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Pílula do Dia Seguinte: O que é e como funciona?

A pílula do dia seguinte surgiu no Brasil em 1999, com o objetivo impedir a gravidez indesejada.

A pílula apenas era utilizada em casos específicos, como o rompimento do preservativo na hora da relação, se a mulher esqueceu de tomar o anticoncepcional, ou ainda, em casos de violência sexual. Portanto, é um método contraceptivo emergencial, ou seja, o ideal é se prevenir anteriormente e/ou durante a relação sexual para evitar a gravidez.

Porém, o assunto causa dúvidas, principalmente entre as jovens, que muitas vezes utilizam o método de maneira inadequada, gerando preocupação aos profissionais da saúde em relação ao seu uso contínuo. Os médicos fazem questão de lembrar que altas doses de hormônios podem causar efeitos colaterais e graves danos ao organismo, como por exemplo, irregularidades menstruais. No Brasil, estima-se que aproximadamente 20 a 30% das mulheres recorram à pílula do dia seguinte de maneira regular, o que é considerado um hábito nocivo à saúde.

O que é a Pílula do Dia Seguinte?

A pílula do dia seguinte, também conhecida como contracepção de emergência, é um método contraceptivo que pode ser eficaz até 72 horas após uma relação sexual sem precauções contra a gravidez e pode diminuir drasticamente as chances de ela acontecer.

O princípio ativo da pílula do dia seguinte é o levonorgestrel, um tipo de progesterona (o hormônio feminino usado em anticoncepcionais) sintética. Comparada com anticoncepcionais que são tomados diariamente, a pílula do dia seguinte possui até 20 vezes mais hormônios.

O hormônio sintético impede ou retarda a saída do óvulo do ovário, ou pode dificultar a entrada do espermatozoide no útero. Assim, a pílula impede que ocorra a fecundação (união do espermatozoide com o óvulo).

A eficácia da pílula depende de quão cedo ela é tomada após a relação sexual desprotegida e a quantidade de hormônios presente no medicamento pode apresentar riscos à saúde.

Quando devo tomar a pílula do dia seguinte?

Tomar a pílula do dia seguinte não deve ser um hábito. Ela deve ser um plano B, um caminho de emergência para quando as coisas não vão como planejado. Usá-la como contraceptivo todas as vezes é perigoso. Ela pode ser usada nos seguintes casos:

  • Sexo sem preservativo;
  • O preservativo se rompe ou escorrega;
  • Quando se esquece a pílula anticoncepcional regular, especialmente se o esquecimento aconteceu mais de uma vez na mesma cartela;
  • Expulsão do DIU;
  • Deslocamento ou retirada do diafragma;
  • Violência sexual.

Como funciona a Pílula do Dia Seguinte?

A pílula do dia seguinte age de três maneiras:

  • Impede que o óvulo seja liberado ou atrasa a liberação do óvulo;
  • Dificulta a penetração uterina dos espermatozoides;
  • Reduz os movimentos das tubas uterinas (que transportam o óvulo), dificultando a passagem das células sexuais.

Essas ações reduzem significativamente o risco de gravidez, já que sem óvulo, ou com o óvulo não alcançando o útero, não há como gerar um embrião.

Como tomar a Pílula do Dia Seguinte?

Utilizar a pílula é fácil. Ela pode vir em um (dose única) ou dois comprimidos, dependendo do fabricante.

Dose única

Quando o comprimido é único, basta tomá-lo o mais cedo possível após a relação desprotegida, preferencialmente acompanhado de água. Lembre-se de que quanto mais cedo você ingerir o comprimido, mais garantido é o efeito, já que depois que o óvulo se fixa no endométrio, a pílula do dia seguinte não faz efeito.

2 comprimidos

No caso de dois comprimidos, deve-se ler a bula para se ter certeza da ordem e horários em que eles devem ser tomados, já que isso pode variar de marca para marca. Entretanto, em geral, deve-se tomar o primeiro comprimido o quanto antes e o segundo 12 horas depois do primeiro.

Qual é a eficácia da Pílula do Dia Seguinte?

Quanto menor o tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula, mais eficaz ela será. Nas primeiras 24 horas após a relação, a eficácia é de 95%. No segundo dia, até 48 horas, ela cai para 85%. No terceiro dia, até 72 horas após o coito, a eficácia cai para 58%.

A partir do terceiro dia, não há garantias de que ela vai funcionar e você está na mão da sorte. Existe de 15 a 20% de chance de que ela seja eficaz entre 72 e 120 horas (5 dias) após o coito, mas isso não é o bastante para que seja um método contraceptivo eficaz. Após o quinto dia, a eficácia é próxima de 0%.

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Pílula do Dia Seguinte: O que é e como funciona?

A pílula do dia seguinte surgiu no Brasil em 1999, com o objetivo impedir a gravidez indesejada.

A pílula apenas era utilizada em casos específicos, como o rompimento do preservativo na hora da relação, se a mulher esqueceu de tomar o anticoncepcional, ou ainda, em casos de violência sexual. Portanto, é um método contraceptivo emergencial, ou seja, o ideal é se prevenir anteriormente e/ou durante a relação sexual para evitar a gravidez.

Porém, o assunto causa dúvidas, principalmente entre as jovens, que muitas vezes utilizam o método de maneira inadequada, gerando preocupação aos profissionais da saúde em relação ao seu uso contínuo. Os médicos fazem questão de lembrar que altas doses de hormônios podem causar efeitos colaterais e graves danos ao organismo, como por exemplo, irregularidades menstruais. No Brasil, estima-se que aproximadamente 20 a 30% das mulheres recorram à pílula do dia seguinte de maneira regular, o que é considerado um hábito nocivo à saúde.

O que é a Pílula do Dia Seguinte?

A pílula do dia seguinte, também conhecida como contracepção de emergência, é um método contraceptivo que pode ser eficaz até 72 horas após uma relação sexual sem precauções contra a gravidez e pode diminuir drasticamente as chances de ela acontecer.

O princípio ativo da pílula do dia seguinte é o levonorgestrel, um tipo de progesterona (o hormônio feminino usado em anticoncepcionais) sintética. Comparada com anticoncepcionais que são tomados diariamente, a pílula do dia seguinte possui até 20 vezes mais hormônios.

O hormônio sintético impede ou retarda a saída do óvulo do ovário, ou pode dificultar a entrada do espermatozoide no útero. Assim, a pílula impede que ocorra a fecundação (união do espermatozoide com o óvulo).

A eficácia da pílula depende de quão cedo ela é tomada após a relação sexual desprotegida e a quantidade de hormônios presente no medicamento pode apresentar riscos à saúde.

Quando devo tomar a pílula do dia seguinte?

Tomar a pílula do dia seguinte não deve ser um hábito. Ela deve ser um plano B, um caminho de emergência para quando as coisas não vão como planejado. Usá-la como contraceptivo todas as vezes é perigoso. Ela pode ser usada nos seguintes casos:

  • Sexo sem preservativo;
  • O preservativo se rompe ou escorrega;
  • Quando se esquece a pílula anticoncepcional regular, especialmente se o esquecimento aconteceu mais de uma vez na mesma cartela;
  • Expulsão do DIU;
  • Deslocamento ou retirada do diafragma;
  • Violência sexual.

Como funciona a Pílula do Dia Seguinte?

A pílula do dia seguinte age de três maneiras:

  • Impede que o óvulo seja liberado ou atrasa a liberação do óvulo;
  • Dificulta a penetração uterina dos espermatozoides;
  • Reduz os movimentos das tubas uterinas (que transportam o óvulo), dificultando a passagem das células sexuais.

Essas ações reduzem significativamente o risco de gravidez, já que sem óvulo, ou com o óvulo não alcançando o útero, não há como gerar um embrião.

Como tomar a Pílula do Dia Seguinte?

Utilizar a pílula é fácil. Ela pode vir em um (dose única) ou dois comprimidos, dependendo do fabricante.

Dose única

Quando o comprimido é único, basta tomá-lo o mais cedo possível após a relação desprotegida, preferencialmente acompanhado de água. Lembre-se de que quanto mais cedo você ingerir o comprimido, mais garantido é o efeito, já que depois que o óvulo se fixa no endométrio, a pílula do dia seguinte não faz efeito.

2 comprimidos

No caso de dois comprimidos, deve-se ler a bula para se ter certeza da ordem e horários em que eles devem ser tomados, já que isso pode variar de marca para marca. Entretanto, em geral, deve-se tomar o primeiro comprimido o quanto antes e o segundo 12 horas depois do primeiro.

Qual é a eficácia da Pílula do Dia Seguinte?

Quanto menor o tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula, mais eficaz ela será. Nas primeiras 24 horas após a relação, a eficácia é de 95%. No segundo dia, até 48 horas, ela cai para 85%. No terceiro dia, até 72 horas após o coito, a eficácia cai para 58%.

A partir do terceiro dia, não há garantias de que ela vai funcionar e você está na mão da sorte. Existe de 15 a 20% de chance de que ela seja eficaz entre 72 e 120 horas (5 dias) após o coito, mas isso não é o bastante para que seja um método contraceptivo eficaz. Após o quinto dia, a eficácia é próxima de 0%.

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